28 de novembro de 2012

Manual de Etiqueta Sustentável - Parte 2 - Água


                                 


Continuando com o Manual de Etiqueta Sustentável da Revista Planeta Sustentável , na postagem 2 vou falar sobre água, nosso bem mais precioso. A água é essencial à vida de qualquer ser vivo.
 Embora a maior parte do nosso planeta seja formado por água apenas uma pequena parte é feita de água potável, própria para o consumo humano. No nosso país, o Brasil, a maior parte de água potável se encontra na Amazônia e sobra uma pequena parte para ser distribuída para outras regiões. Veja o que diz a Revista Planeta Sustentável.




Saneamento básico é o desafio do país                        
                                         

Há muita água no Brasil. Temos 12% da água doce disponível no
planeta. Mas não significa que ela está ao alcance de nossa sede.
A demanda por esse recurso natural só aumenta, e precisamos buscá-la longe
e tratá-la para deixá-la potável, o que a torna cara. E ainda devolvemos
boa parte dela suja aos rios e lagos.                                                                    













                                                                                          


  
Quanto mais suja
estiver a água que
devolvemos à natureza,
mais difícil e caro
fica para usá-la de novo,
sem falar nos riscos ao
ambiente. Mas nem metade
da população tem coleta
de esgoto – e só uma
pequena parte dele
é tratado. O lixo jogado
em ruas e lixões também
atinge as fontes de água.         




O que podemos fazer?


Prefira detergente e sabão em pó

com pouco ou nenhum fosfato na fórmula.

A substância, responsável pela espuma,

favorece a proliferação de algas nos rios,

reduzindo a oferta de oxigênio aos peixes.



   
 Mais da metade dos municípios brasileiros
utiliza água subterrânea. Para preservá-la,
não abra poços fundos (tubulares) sem
consultar um especialista. Poços
clandestinos são um caminho para
contaminação e até falta de água na região.





Ao limpar quintal, garagem ou calçada,
evite usar a mangueira para “empurrar“
o lixo. Varra-o e recolha-o antes.

Assim você economiza na conta                                  
e não desperdiça água potável.                                  






A agropecuária e a indústria são
as maiores consumidoras de
água, usada para irrigar campos
ou resfriar máquinas. 
Ou seja,
tudo a nossa volta – alimentos,
roupas, eletrodomésticos
– tem água. 
É a chamada
pegada hidrológica
que calcula quanto desse líquido
uma pessoa, comunidade ou
empresa realmente consome.

A mensagem é que, para
preservar água
potável, o consumo
racional de qualquer
produto é importante.






 Água na industria textil




Água na produção de bebidas





                                  Água na industria alimentícia




Sendo um consumidor consciente você está economizando água!










24 de novembro de 2012

Manual de Etiqueta Sustentável - Parte1 - Economia Verde


Planeta Sustentável



                                          O Manual de Etiqueta da Revista Planeta 
                                       Sustentável da Editora Abril tem o objetivo 
de propor novas idéias para enfrentar o 
aquecimento global e outros desafios da atualidade.
Veja na postagem 1- Economia Verde, 
de uma série, como você pode ajudar o planeta  
 na sua rotina diária.

Lia Roncalli 


                                      



Economia Verde

Esta expressão você vai ouvir cada vez mais: economia verde. É um
novo modo de produção e consumo, que entende que é preciso crescer
sem esgotar os recursos naturais, emitindo menos carbono e promovendo
o bem-estar social. Um crescimento que respeite a Natureza.



O que podemos fazer?

  1- Corte o exagero nas compras.




2- Depois veja o que mais você pode fazer, como adquirir produtos que têm refil.





3- Opte por produtos com certificações ambientais e sociais. Assim você influirá em toda a cadeia produtiva.








4- Seja qual for a sua profissão, fique antenado nas questões de sustentabilidade. Cada vez mais, farão parte do seu dia a dia no trabalho.    



                                                  



Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/


20 de novembro de 2012

Seja um consumidor consciente



NA HORA DA COMPRA



 A fabricação de um produto que compramos no supermercado tem várias etapas relacionadas à sustentabilidade do meio ambiente até estar pronto para o consumo.

Por exemplo:

                      Que produto causou menos impacto no meio ambiente  para   ser produzido?

                      Como os produtores prepararam a terra? Usaram agrotóxico? Desmataram uma grande área   de mata nativa? 

                      E os trabalhadores foram bem tratados?

                      Durante o processo industrial houve preocupação com a redução de água e energia?

                      E as embalagens? Se buscou usar menos papelão e plásticos?

                      Os caminhões que que fizeram o trasporte estavam bem regulados ou emitiram grandes quantidades de CO2 no ar?

                      A loja oferece alternativas de reciclagem dos produtos após o consumo?

Lembrando do tripé da sustentabilidade: ecológico, econômico e social, um produto só pode ser considerado sustentável quando obedece estes três fatores.
Agora quando você for comprar um produto escolha aquele que se preocupa com o meio ambiente , com as pessoas e tem preço justo. 

Alguns produtos tem selos de sustentabilidade na embalagem.




Torne-se um consumidor consciente! Informe-se sobre que fabricante se preocupa com a sustentabilidade. 







                                      O Planeta agradece.



Saiba mais:


 http://www.akatu.org.br/






8 de novembro de 2012

Pilares da Sustentabilidade




Sustentabilidade é a interdependência entre sistemas sociais , ambientais e econômicos.




O mundo só poderá ser considerado sustentável quando houver igualdade socioeconômica entre os povos e as reservas de recursos naturais forem usadas respeitando sua capacidade de regeneração.

Definição de Desenvolvimento Sustentável segundo Brundtland: "Desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidade do presente sem comprometer a possibilidade de gerações futuras atenderem suas próprias necessidades."

Lia Roncalli






4 de novembro de 2012

O que é Pegada Ecológica?


Pegada Ecológica Global

Estudos mostram que desde o final dos anos 70 a demanda da população mundial por recursos naturais é maior do que a capacidade do planeta em renová-los.
Dados mais recentes demonstram que estamos utilizando cerca de 50% a mais do que o que temos disponível em recursos naturais, ou seja, precisamos de um planeta e meio para sustentar nosso estilo de vida atual.

Podemos dizer que esta é uma forma irracional de exploração da natureza, que gera o esgotamento do capital natural mais rápido do que sua capacidade de renovação.

Esta situação não pode perdurar, pois, desta forma, enfrentaremos em breve uma profunda crise socioambiental e uma disputa por recursos.

o PLANETA PRECISA DE 1,5 ANO PARA REGENERAR OS RECURSOS RENOVÁVEIS QUE CONSUMIMOS EM UM ANO


Pegada Ecológica global por componente, 1961-2008 (Global Footprint Network, 2011):


Atualmente, a média mundial da Pegada Ecológica é de 2,7 hectares globais por pessoa, enquanto a biocapacidade disponível para cada ser humano é de apenas 1,8 hectare global. Tal situação coloca a população do planeta em grave déficit ecológico, correspondente a 0,9 gha/cap. A humanidade necessita hoje de 1,5 planeta para manter seu padrão de consumo, colocando, com isso, a biocapacidade planetária em grande risco.

Projeções para o ano de 2050 apontam que, se continuarmos com este padrão, necessitaremos de mais de dois planetas para mantermos nosso consumo. É necessário um esforço mundial para reverter essa tendência, fazendo com que passemos a viver dentro da biocapacidade planetária.

Projeções tendenciais (Global Footprint Network, 2010):


Outro grave efeito da excessiva exploração da natureza é a perda acelerada da biodiversidade, ou seja, o desaparecimento ou declínio do número de populações de espécies de plantas e animais.

A perda da biodiversidade verificada entre os anos de 1970 e 2000, cerca de 35%, somente é comparável a eventos de extinção em massa ocorridos apenas quatro ou cinco vezes durante bilhões de anos da história da Terra. Todos eles causados por desastres naturais e jamais pelo ser humano, como agora. 

fonte:http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/especiais/pegada_ecologica/pegada_ecologica_global/

Dependemos dos recursos naturais do planeta


RECURSOS NATURAIS


As sociedades capitalistas, que buscam incessantemente o lucro, extraem cada vez mais elementos da natureza, denominados de recursos naturais.
São considerados recursos naturais tudo aquilo que é necessário ao homem e que se encontra na natureza, dentre os quais podemos citar: o solo, a água, o oxigênio, energia oriunda do Sol, as florestas, os animais, combustível fóssil (petróleo),minérios e minerais. Os recursos naturais são classificados em dois grupos distintos: os recursos naturais não renováveis e os recursos naturais renováveis.
Os recursos naturais não renováveis abrangem todos os elementos que são usados nas atividades , e que não têm capacidade de renovação. Com esse aspecto temos: o alumínio, o ferro, o petróleo, o ouro, o estanho, o níquel e muitos outros. Isso quer dizer que quanto mais se extrai, mais as reservas diminuem, diante desse fato é importante adotar medidas de consumo comedido, poupando recursos para o futuro.
  Foto de extração de minério de ferro, um recurso não renovável


Já os recursos naturais renováveis detêm a capacidade de renovação após serem utilizados pelo homem em suas atividades produtivas. Os recursos com tais características são: florestas, água e solo. Caso haja o uso ponderado de tais recursos, certamente não se esgotarão.


  Foto de extração de madeira, um recurso natural renovável desde que seja obedecido um controle para extração.



3 de novembro de 2012

Energia Alternativa





MUITO ALÉM DAS HIDRELÉTRICAS

Energia alternativa pode crescer 40% no Brasil

A geração de energia em hidrelétricas predomina na matriz energética brasileira, mas novo estudo do WWF aponta que, se houver vontade política, dá para aumentar em, pelo menos, 40% a produção de eletricidade por fontes renováveis alternativas – como a eólica – sem gastar muito mais por isso


Dados do Balanço Energético Nacional 2012* revelam que aenergia hídrica representa mais de 81% da matriz elétrica brasileira. Mas será que essa dependência das grandes usinas hidrelétricas é realmente necessária para suprir a demanda da população por eletricidade? O novo estudo Além de grandes hidrelétricas: políticas para fontes renováveis de energia elétrica no Brasil, do WWF-Brasil, aponta que não. 

Segundo a publicação, o país já tem capacidade para aumentar em, pelo menos, 40% a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis alternativas - sobretudo se investir na geração deenergia eólica, de biomassa e nas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs)

No caso da eletricidade gerada a partir do vento, por exemplo, o estudo revela que o Brasil é capaz de produzir 300 milhões de kW. Atualmente, no entanto, não produz nem a metade, gerando cerca de 114 milhões de kW. 

energia solar também não fica atrás no quesito potencial. De acordo com a publicação do WWF, se o lago de Itaipu fosse totalmente coberto com painéis fotovoltaicos, por exemplo, seria possível produzir, anualmente,183 milhões TWh, o que representa o dobro de toda a energia elétrica produzida pela usina de Itaipu em 2011. 

E mais: segundo o estudo, o país sinaliza para uma tendência de queda nos preços das fontes renováveis alternativas nos próximos 10 a 15 anos - enquanto o valor da produção de eletricidade nas usinas hidrelétricas seguirá o caminho oposto, de aumento -, transformando-as interessantes, também, do ponto de vista econômico. 

No entanto, para que o Brasil realmente consiga atingir todo o potencial que possui na geração de energia a partir de fontes renováveis alternativas, é preciso vontade política. Isso porque a criação de novos subsídios ou, ainda, o redirecionamento dos subsídios já existentes - que atualmente são voltados para a viabilização da produção energética por fontes fósseis - é fundamental no processo de transição para uma matriz elétrica menos dependente das usinas hidrelétricas. 

"A conclusão do estudo é clara: o potencial das fontes renováveis alternativas é imenso e pouco aproveitado. Havendo vontade política, o governo brasileiro tem como promover as ações sugeridas no documento e, assim, atender a uma significativa parte das demandas de eletricidade do país a partir de fontes limpas e de baixo impacto ambiental", diz Carlos Rittl, coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil. 

Confira a publicação Além de grandes hidrelétricas: políticas para fontes renováveis de energia elétrica no Brasil, na versão para tomadores de decisão.  

*Balanço Energético Nacional 2012

Fontes alternativas de energia



Existem várias formas de obtenção de energia substituindo a utilização de combustível fóssil, que causa danos à atmosfera, alguns exemplos são: Energia eólica, Biodisel, Energia solar, Energia das ondas, Energia das correntes marítimas, Energia geotérmica, e outras. Estes são exemplos de energia renovável. A energia renovável é a energia que vem de recursos naturais como solventochuvamarés e energia geotérmica, que são recursos renováveis (naturalmente reabastecidos).

Para obtenção das mais variadas fontes de energia, a biomassa pode ser utilizada de maneira vasta, direta ou indiretamente. O menor percentual de poluição atmosférica global e localizado, a estabilidade do ciclo do carbono e o maior emprego de mão-de-obra, podem ser mencionados como alguns dos benefícios de sua utilização.


ESQUEMA DE UMA USINA DE BIOMASSA


Ficheiro:Biodigestor.JPG




Três fontes de energia renovável: eólica, solar e biomassa

 




2 de novembro de 2012

Crise Espiritual e Ecológica




Milhões de pessoas no nosso globo estão se tornando conscientes de que estamos vivendo em uma crise espiritual e ecológica. Uma reflete a outra. Como não fomos ensinados sobre o amor, não temos acesso ao amor que habita nosso eu interior; passamos então a desonrar a terra, os oceanos, os rios e os lagos, contaminando a atmosfera com gases venenosos, demonstrando pouco, ou nenhum amor pelas coisas vivas. Nossa falta de equilíbrio e de acesso ao divino está refletida em toda parte; os danos que causamos à Terra se constituem num dos espelhos mais expressivos desse fato.

Robert Rappé
Foto:estudiososdanet.blogspot.com